
domingo, 19 de outubro de 2008
Despertador

segunda-feira, 13 de outubro de 2008
De alma lavada
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Despertador
Essa semana acordei ao som de Bob Marley. Na voz de Gilberto Gil. O CD Kaya N' Gandaya, lançado em 2002, é uma releitura feita por Gil de alguns grandes clássicos de Marley e de outras canções que não são verdadeiros hits. Nessa mistura teve de tudo. Canções nas quais quase não se nota diferença (além da voz, claro), outras que parecem novas (inclusive com versão de letras em português) e ainda há aquelas onde Gil encontrou o meio-termo e adicionou sons bem brasileiros ao ritmo jamaicano. O resultado final é muito agradável. As melodias hipnotizantes do rei do reggae funcionam como veículo de uma viagem musical e cultural que junta, em uma mesma praia paradisíaca, Montego Bay e Salvador. No encarte do CD, Gilberto Gil conta que fecha, com esse álbum, um ciclo que sempre sonhou: gravar canções do Rei do Baião (Luiz Gonzaga) e do Rei do Reggae. Dois anos antes de Kaya, Gil havia lançado "Eu, Tu, Eles", trilha do filme de mesmo nome, com músicas de baluartes do forró. Gil faz ainda um paralelo interessante entre o Rastaman (ícone do reggae) e o Cangaceiro (ícone do sertão nordestino, berço do forró). Vale a pena ler.
Sobre a música que me acordou essa semana, "Buffalo Soldier", é um clássico de Marley que pouco foi alterado por Gil neste CD. Ou seja, permanece excelente!
Semana que vem tem mais Despertador. Até!
sábado, 27 de setembro de 2008
Mudanças
Talvez esse até tenha sido o grande motivo da minha ausência aqui. Uma mudança dessas representa um momento de reflexão, introspecção. É um momento de buscar em você mesmo novas motivações, esperanças. De renovar o ânimo e as baterias. Mas agora já se foram 3 semanas de emprego novo. 3 semanas de correria, sem muito tempo para assimilar o novo ambiente, as novas pessoas e o novo ritmo. Mas tudo isso vem com o tempo.
A hora agora é de olhar pra frente e encarar o caminho que vem por aí. O que ficou pra trás fica guardado como parte que quem sou hoje e de quem serei daqui pra frente. Pé na tábua! Estou de volta e hoje tem jogo do Galo. Semana que vem tem Despertador e espero postar otras cositas también.
Até a próxima!
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Time sem alma
Ontem, pelo menos para mim, a noite era pra ser de festa. Fui ao Mineirão receber o prêmio por ter ficado em quarto lugar no concurso já citado aqui há alguns posts. Como eu poderia levar um acompanhante ao passeio, escolhi meu pai, que me ensinou a paixão atleticana. A programação era promissora: Chegaríamos uma hora antes do jogo ao Mineirão, entraríamos pelo hall principal, no qual aconteceria a entrega do meu kit. Na sequência, um passeio pelas dependências do Mineirão finalizando com o acesso ao gramado vendo da boca do túnel a entrada dos jogadores. Isso era o certo. Na minha cabeça, eu subiria à tribuna do estádio, de onde assistiria uma boa vitória do Galo, daquelas de renovar esperanças.
Não foi bem assim. Já na chegada, a primeira decepção. O pessoal do Marketing do Galo simplesmente se esqueceu da minha premiação e agora terei que ir buscar meu kit na sede outro dia. O restante foi bacana. Fomos ao gramado, demos uma volta, assistimos a entrada dos jogadores e subimos para as cabines, de onde vimos o jogo com visão privilegiada. Mas o jogo não foi privilégio algum. Time desorganizado, falhas técnicas e táticas horríveis. Final de partida: 1 a 1. Gosto amargo de um jogo que mostrou mais uma vez a falta de espírto vencedor e lutador dessa equipe. Tá feia a coisa, Galo. Tá triste. Tem que melhorar...
Até a próxima!
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Notinha Extra - Como mandar sua chefe tomar no meio do olho do cu... Respeitosamente!
Prezada diretora,
Por meio desta, expresso meu profundo desejo de que um objeto pontiagudo de natureza aleatória seja introduzido e friccionado de maneira intensa na região central de seu oríficio rugoso situado na porção inferior do duodeno causando extremo desconforto e dor inimaginável.
Aguardo retorno acerca do objetivo desta missiva e me despeço respeitosamente,
Fulano de Tal
Completem, sugiram novas formas ou simplesmente usem a dica...
Até a próxima!
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Quatro vezes vergonha!
Chega, Galo!! Chega de ser saco de pancada! Chega de ser motivo de chacota! Chega de ser desrespeitado em qualquer lugar que pise! Chega de abaixar a crista, Galo!
Chega, Marcelo Oliveira! Chega de passar a mão na cabeça de jogadores incompetentes e descompromissados. Chega de tentar disfarçar a verdade dizendo que não era para tanto, que o placar não mostrou o que foi o jogo!
Chega, Ziza!! Chega de anunciar Figueroas, Gersons Magrões, Ricardinhos e Gallardos quando nossa realidade é feita de Márcios Araújos, Serginhos e Césares Prates da vida. Chega de falar e não fazer, Ziza!
Chega!!! Chega de mediocridade! Chega de apatia!
O desabafo nessa hora é necessário. Acreditar em melhoras fica difícil quando a realidade se mostra tão real. Mas não deixo de torcer. Manter acesa aquela pontinha de esperança que algo vai mudar e o Galo vai nos orgulhar de novo.
Até a próxima!
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Notinha Olímpica
Até a próxima!
O Galo é o time da virada!!
Até a próxima!
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Tops tens!

1 - Legião Urbana (Foi, sem dúvida, meu primeiro contato com o Rock nacional)
2 - Paralamas do Sucesso (Talvez uma das bandas que eu mais tenha visto ao vivo. Me marcou demais o acidente do Herbert Viana e seu retorno ao mundo artístico.)
3 - Titãs (Outra figurinha repetida na minha coleção de ingressos.)
4 - Mamonas Assassinas (Meio clichê, mas fazer o que? Vai falar que não marcou sua vida?)
5 - Raul Seixas (É marcante pra qualquer um que já tocou violão e teve que ouvir: "Toca Raul!!!")
6 - Engenheiros do Hawaii (Pop & love songs. Marcante. Homenagem ao Dandan!!)
7 - Los Hermanos (Marcou, na minha opinião, a redenção do rock nacional nessa década... Entre Pittys, NX zeros e etc, os caras se destacaram com letras e melodias espetaculares.)
8 - Tianastácia (Rock mineiro de altíssima qualidade. Fez o Brasil ver que nem só de queijo e J. Quest vivem os belorizontinos)
9 - Capital Inicial (Teve papel crucial em algumas dezenas de rodinhas de violão que participei.)
10 - Cássia Eller (Voz potente, atitude Rock 'n Roll e morte precoce quando estava no auge. Me marcou ter assistido um de seus últimos shows, no Mineirão, em setembro de 2001.)
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Pele, ossos e muita alma

Essa semana tem sido extremamente produtiva e fértil em termos musicais. Muito disso é devido à descoberta de uma fonte quase inesgotável de links para downloads de CD's completos na internet. Entre outros, baixei a discografia completa do Foo Fighters. Minha relação com a banda começou quando Dave Grohl resolveu sacudir a poeira deixada pela morte trágica de Kurt Cobain seguida do inevitável fim do Nirvana e lançou no mercado sua nova banda. Não me esqueço do anúncio de lançamento do primeiro CD da banda (que se chama "Foo Fighters") que vi em uma revista Placar em 1995. O texto era: "O primeiro CD de uma banda que você conhece há muito tempo". Isso porque, além de Dave Grohl, o guitarrista Pat Smear, que fez parte dos últimos anos do Nirvana, era integrante da primeira formação do Foo Fighters. Disco lançado, músicas ouvidas e aprovadas, mas ainda estava ressabiado, não sabendo bem se o ex-baterista, e agora guitarrista e vocalista, estava apenas se aproveitando da fama alcançada com o Nirvana ou levava mesmo a sério seu novo projeto musical. A pulga atrás da orelha incomodou mais dois anos. Em 1997 foi lançado o segundo álbum da banda, "The Colour and The Shape" e veio a certeza de que aquela era realmente uma nova banda de rock, com muita qualidade e pegada. O disco é bom da primeira à última faixa e fez com que a banda entrasse de vez no meu rol de "Se tiver um show no Brasil, eu vou com certeza." Apesar disso, passei a ser um admirador passivo. Dos lançamentos seguintes escutei apenas os hits e gostei, mas sem me aprofundar nos novos álbuns.
Mas agora tudo mudou. Com todos os discos no meu HD, pude ouvir cada um deles com calma. Matei a saudade do primeiro e do segundo, conheci as que não estouraram do terceiro, escutei com atenção os seguintes e encontrei uma pérola: Skin and Bones. Lançado em 2006, o CD é a gravação de um dos shows de uma turnê acústica que o Foo Fighters fez naquele mesmo ano. Divulgando o disco "In Your Honor", que é metade plugado e metade desplugado e misturando versões acústicas de músicas dos CD's anteriores, o álbum revela que, além de pele e ossos, o Foo Fighters é feito de muita alma! A banda, que tem quatro integrantes, ganhou o reforço de um tecladista, uma violinista, um percussionista e a volta (apenas para a turnê) de Pat Smear no violão. Os arranjos são ricos e as melodias ganharam muito com isso. A voz de Dave Grohl, normalmente berrada e rasgada, bem ao estilo rock 'n roll, está mais suave e revela-se excelente. Tudo isso me levou a comprar o DVD do show que foi assistido integralmente assim que cheguei em casa. Além das músicas, o DVD mostra uma banda descontraída e em perfeita sintonia com o público. Dave Grohl conversa e conta histórias sobre sua origem e das canções. Recomendo demais tanto o CD quanto o DVD. Registram uma banda madura e capaz de fazer rock com cara de balada ou balada com cara de rock. Foo Fighters, Skin and Bones. Nota 10!
Até a próxima!
Notinha-resposta
Até a próxima!
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Despertador

pouco preguiçosa, mas já apresenta os riffs característicos e a cadência bem marcada pela bateria e pelo baixo. Deixa um gosto de quero mais, uma vontade de ouvir esse mesmo som o dia todo. Ah, a capa que foi liberada nos EUA (muito mais sem-graça) é essa aqui do lado.segunda-feira, 14 de julho de 2008
Fora do Galo, Gallo!!
Chega! Estes últimos três jogos foram um fiasco absoluto! E não adianta o discurso de que o time teve uma boa postura contra Palmeiras e Flamengo, que são grandes equipes e blábláblá... Foram 3 jogos seguidos no Mineirão, 9 pontos disputados e só 2 conquistados. Sequência ridícula, independente dos adversários. Mas parece que o GaLLo não acha. Pra ele parece ser normal perder para as meninas azuis. Está tudo errado. O time não tem padrão de jogo, não dá continuidade às jogadas, não tem resistência física, os jogadores estão sempre um tempo atrás da jogada. Falta estrutura tática, técnica e física. Chega de GaLLo!
Do Galo, não me cansarei nunca. Vou continuar torcendo, sofrendo, berrando nos gols feitos e me indignando nos sofridos. Sei que não sou o único e a diretoria e os jogadores deveriam saber disso também. Deveriam saber que além das politicagens e das boleirices existe uma nação apaixonada que está cansada de apanhar. Cansada de ser motivo de gozação regional e nacional. Há tempo para reação. Há tempo para alcançarmos uma colocação mais digna nesse campeonato. Mas, se nada mudar, o fantasma segundino voltará a nos assombrar com força. Sai pra lá, assombração!! Reage, Galo!
Saudações e sexta-feira tô de volta com o Despertador!
terça-feira, 3 de junho de 2008
26 anos, uma tipóia e 3 pontos.
Eis que chega o domingo de manhã e, como sempre, acordo às 9:00 para me preparar para a peladinha dominical. E a coisa foi trascorrendo normalmente, até que acontece o lance mais marcante do futebol daquela manhã. Dominei a bola pela meia esquerda e logo o primeiro marcador se aproximou de mim. Com um toque rápido, deslizei a bola entre suas pernas e parti para cima do próximo zagueiro. Toquei a bola de um lado e corri do outro, completando a famosa "gaúcha" ou o drible "da vaca" com um toque que fez a bola subir. Estava a poucos metros da área.
Preparei o movimento. Estava de costas para o gol. O pé esquerdo sobe primeiro, dando o impulso necessário para o direito subir acertando em cheio a bola. A queda foi em câmera lenta. Ao mesmo tempo que via a bola entrar no ângulo, sentia meu ombro se retorcendo, já que aterrissava de mal jeito após aquela magnífica bicicleta. O grito de gol se misturou ao grito de dor. Eu mal conseguia ficar de pé por causa da dor e, ao chegar ao hospital, constatou-se a luxação no ombro esquerdo. Resultado: 20 dias com o braço imobilizado em uma tipóia. Quem duvidar da história, que conte uma melhor!Os três pontos não foram uma sutura ou algo do tipo. Foram os 3 pontos conquistados pelo Galo na primeira vitória no Brasileirão deste ano após 3 empates. Se ainda tem muita coisa pr
a melhorar, já melhoramos em algumas. O time parece estar com mais vontade, mais bem distribuído em campo e com mais fôlego. Algumas jogadas de toques rápidos e boas finalizaçõs apareceram. Destaques positivos para o Pet, que jogou muito bem, para o estreante Welton Felipe, que mostrou tranquilidade e qualidade e para o ídolo Marques, que criou boas chances, mandou duas bolas na trave e fez o gol que garantiu nossa vitória por 2 a 0. Olê Marques!!O próximo adversário é o São Paulo, no Morumbi. Jogo complicado. Segunda eu comento o resultado.
Até a próxima!!
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Despertador

terça-feira, 20 de maio de 2008
Se o Galo não ganha, eu ganho do Galo!!
O que você faria para fazer parte da delegação do Galo?
Assim como outras 2.200 pessoas, eu resolvi responder. E o fiz da seguinte forma:
"Uma prece, uma canção ou uma promessa de coração. Uma jura de amor, uma greve ou desesperado clamor. Uma vigília, um sacrifício, por mais que pareça difícil. O que eu faço não importa, nem mesmo o que eu falo. O que fica sempre é a paixão pelo nosso Galo."
E não é que gostaram?!?! Não vou viajar com a delegação do Galo, pois fui o 4º colocado e apenas os 3 primeiros ganharam a viagem. Mas ganhei um kit contendo camisa, camisa de treino, short, meião, bandeira, toalha...
Quem quiser conferir meu nome no site do Galo e as outras respostas, é só clicar aqui abaixo:
http://www.atletico.com.br/interna_noticias.php?page=noticia&id=10159
Tomara que isso signifique uma mudança de ventos e mais alegrias relativas ao Galo venham pra todos os atleticanos!
Até a próxima!!
segunda-feira, 12 de maio de 2008
FORA GENINHO!!!
Pronto, falei!
Até a próxima!
segunda-feira, 28 de abril de 2008
domingo, 27 de abril de 2008
O dia que eu (quase) vi os Beatles.

O ingresso aqui ao lado foi o capacitor de fluxo que fez o Delorean disfarçado de Ford Focus viajar no tempo no último sábado, dia 26 de abril. A bordo, 4 aventureiros sem uma data certa como destino. O passeio era por uma época, uma era que mudou a história da música mundial. Passeamos pelo fervilhante período entre 1962 e 1970. Fomos a Liverpool, Londres e tantos outros locais. Fomos (quase) ver os Beatles.
Antes do show, não tínhamos a dimensão do que estávamos prestes a presenciar. Não sabíamos que estaríamos tão próximos dos 4 gênios ingleses que revolucionaram o mundo com seus versos e suas melodias. Até que soou o primeiro acorde. Como em um convite para que nos entregássemos àquele momento, John, Paul, George e Ringo nos pediam para que não os desapontássemos. "Don't Let me Down", diziam eles... E assim começavam duas horas de magia. Nos pediram para irmos junto com eles - "Come Together, right now". E fomos. Todos. Sem censuras. Cada canção era uma nova emoção. Falaram sobre o Sol, sobre ontem, sobre guitarras chorosas... Falaram sobre a garota que foi ao céu brincar com diamantes e sobre a banda do Sargento Pimenta. Falaram sobre o amor e sobre pessoas que sonham com a paz. Falaram com a alma e para a alma de todos que vevenciaram aquela viagem pelo tempo. E após zarparem em seu submarino amarelo, deixaram sorrisos e aplausos extasiados. Eu fui ao show dos argentinos The Beats. Mas não tenho dúvidas que sábado foi o dia que eu (quase) vi os Beatles.
Até a próxima!
sexta-feira, 25 de abril de 2008
O jogo nos Aflitos? Que aflição...
Domingo tem o primeiro jogo da final... Clássico!! Meu ingresso (de Geral) tá na mão. Pra cima delas, Galo!!!
Até a próxima.
terça-feira, 22 de abril de 2008
Que venha a final!!

sexta-feira, 11 de abril de 2008
Despertador

quinta-feira, 10 de abril de 2008
4 a1 pra melhorar o astral. E só!
Até a próxima!
segunda-feira, 31 de março de 2008
Despertador

Meu despertador da semana passada é um resgate do que, na minha opinião (junto com o Calango), representou a melhor fase da carreira do Skank. Lançado de forma independente em 1993, o CD inaugural, que leva o mesmo nome da banda, traz músicas divertidas com um som muito autêntico. Não é que eu não goste de fases posteriores do Skank, mas acho que esta é a que tem a maior "porcentagem de acertos", vamos dizer assim. Eles ainda lançaram (e lançam) várias músicas boas, marcantes nos álbuns que vieram depois do Calango (2º CD da banda), mas os dois primeiros CDs são bons na essência, no conjunto. Skank (o CD...) traz pérolas como In[dig]Nação, Salto no Asfalto, Baixada News e sucessos como Tanto, Homem que Sabia Demais e Let Me Try Again. Para não desmerecer as outras, cito também Macaco Prego, Cadê o Pênalti (de ninguém menos que Jorge Ben) e Réu e Rei. Todas ótimas. Viu? Não disse que o CD era bom? Não consegui destacar poucas músicas. Citei todas do álbum... Faltou apenas Gentil Loucura, que abre o disco e me acordou durante a semana. Ritmo dançante e a mensagem positiva de que todos nós deveríamos, de vez em quando, "passear nossa loucura, gentilmente, por aí".
Sexta-feira tem mais Despertador!
Meia dúzia tá bom...
Até a póxima!
terça-feira, 25 de março de 2008
100 anos de paixão

Me apropriei do slogan divulgado pelo Galo para entitular este texto por um motivo simples: é o resumo exato do Centenário do Galo. Alguns se vangloriam de grandes conquistas. Outros exaltam seus grandes craques. Uns e outros vivem até cheios de vaidade. Mas a paixão do atleticano é exclusiva. Não há sentimento igual no futebol brasileiro ou estrangeiro. E não é que não tenhamos conquistas ou craques antológicos. Temos sim. Mas o que sempre representou o Galo em qualquer campo do mundo foi essa paixão inexplicável e maravilhosa. A capacidade desta torcida de se emocionar ao ver a camisa listrada alvinegra supera tudo. Insatisfação com jogadores, diretorias, juízes são suplantados sem muito esforço pela vontade inevitável de soltar o grito mais ouvido nas Minas Gerais: Galôôô!! Em uma festa, quando ouve-se um copo se quebrando, a reação é imediata: Galôôô!! Se, por um motivo qualquer, um foguete estoura nos céus, se escuta na mesma hora: Galôôô!! E, se em situações triviais, o grito de Galo é logo disparado, fica fácil imaginar o que é o Mineirão em dia de jogo do Galo. E vem sendo assim desde sempre. Embalados por nomes como Mário de Castro, Guará, Ubaldo, Kafunga, Dadá, Cerezo, Reinaldo, Éder, Luizinho, Marques e tantos outros, milhões de torcedores nutrem diariamente essa paixão e fazem do nosso Galo uma força da natureza que não vai acabar nunca. E pensando nestes nomes e em tantas conquistas que acompanham estas cores há 100 anos fica fácil perceber que não só o Galo faz parte da minha vida, como eu faço parte da vida do Galo. E tenho orgulho disso. Tenho orgulho de ser um fiel portador do vírus alvinegro que se disseminou pelo mundo todo. Tenho orgulho de vestir o manto alvinegro e gritar, do fundo da alma: Gaaaaalôôôôôô!!!!!!!!!!
Parabéns, Galo! E muito obrigado!
quinta-feira, 20 de março de 2008
Despertador

segunda-feira, 17 de março de 2008
Derrota (muito) amarga...
Até a próxima!!
Nota:
Após vários dias de ausência e alguns assuntos que passaram batidos, estou de volta com a corda toda. Quinta-feira o Despertador está de volta. Espero comentários!
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
1 a 0 foi goleada!
A esteréia do Nicácio no ataque não convenceu. Mas acho que ele merece mais chances. Marques ontem também não rendeu, apesar de ter sido fundamental no lance do gol. Coelho voltou e, apesar dos pesares, é o melhor lateral do elenco; tem que jogar. Thiago Feltri também voltou a atuar e mostrou em pouco tempo que será novamente titular. O gringo Viana é muito fraco.
No geral, valeram demais os 3 pontos. A vitória por 1 a 0 pode ser considerada goleada pelo futebol pobre jogado. Tem que melhorar muito. E rápido. Quarta tem a estréia na Copa do Brasil. Vamos jogar contra o Palmas, de Tocantins. Tem que ganhar! De preferência com dois gols de vantagem. Mas vamos esperar...
Até a próxima!
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Quem não faz, leva.
Tudo bem que faltou competência na maior parte das chances de gol perdidas pelo Galo. Mas foram mais de 40 chutes. Isso mesmo, mais de 40 chutes a gol. É muita coisa. Não dá pra culpar só os atacantes. O goleiro do Social estava inspirado e, quando a bola passou por ele, foi interceptada na risca do gol por um zagueiro e carimbou a trave em outra oportunidade. Mas quem não faz, leva. Principalmente quem tem um goleiro ruim como é o Edson. Porque ele é isso mesmo. Um goleiro ruim. Já mostrou um extenso repertório de erros. Desde bolas rebatidas para o meio da área até uma falha terrível de posicionamento como aconteceu no jogo de ontem.
O volume de jogo do Galo foi impressionante. Muitas vezes na base da vontade e da correria, mas em algumas vezes chegamos com jogadas interessantes e inteligentes, de toque de bola e movimentação. Os erros na hora de balançar as redes foram cruciais. Vamos treinar, cambada de atacantes! Vamos chutar e cabecear duzentas bolas em gol por treino!
Mais uma vez, o destaque positivo do jogo ontem foi a torcida. Em um jogo sem grandes atrativos, sob um sol de rachar e com transmissão por TV aberta, mais de 23.000 pessoas (me incluo entre elas) estiveram no Mineirão. E a torcida fez sua parte. Apoiamos e cantamos sem parar. No final os protestos vieram. Normal. Protestos contra Ziza, Geninho, Marinho, Vanderlei, Éder, etc... No "Seu Nome, Seu Bairro", teve um que botou a culpa até no Bilu!! Coitado.
Vamos ver se invertemos o chavão no próximo jogo. Fazer gols e não levar. Até a próxima!
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
A primeira vitória é sempre bem vinda.
Já se foram 5 dias desde o jogo do Galo contra o Democrata-GV, mas o Carnaval me impediu de escrever antes. Foi bom ver o Galo voltar a vencer. Foi bom ver que, em pleno sábado de Carnaval, quase 17.000 pessoas foram ao Mineirão. Mas, acima de tudo, foi bom ver o Marques jogar bola. Estava com saudade das jogadas precisas e decisivas do ídolo da Massa.
O Galo começou indo pra cima e criando oportunidades. Logo no começo, a primeira mostra que Marques está mesmo de volta. Drible seco no zagueiro e pênalti. A expectativa era sair na frente para evitar surpresas como a de Sete Lagoas. Mas a sina de pênaltis perdidos parece não ter acabado. Marinho bateu mal e o goleiro pegou firme. O Galo não se abateu e voltou ao ataque, criando chances como a bola na trave de Nêgo e empolgando a torcida. Mas o gol não saiu e, já no fim do primeiro tempo, veio o castigo. Gol da Pantera em uma bola rebatida para a entrada da área.
No segundo tempo, o Atlético voltou com um bom volume de jogo, mas com a mesma ineficácia do primeiro tempo (e do primeiro jogo). A torcida começava a ficar apreensiva quando Geninho fez uma substituição feliz. Colocou Renan no lugar de Nêgo, empurrando Márcio Araújo para a lateral direita. No seu segundo lance, Renan empatou o jogo. Após um corta-luz magistral de Marques, dominou na entrada da área e encheu o pé. A vitória acabou sendo decidida por mais um jogador vindo do banco. Vanderlei substituiu Marinho que saiu machucado e entendeu porque Marques é famoso pela capacidade de fazer artilheiros. Em sua jogada característica pela esquerda, o Xodó da Massa colocou a bola na cabeça do centro-avante, que só desviou para o gol. Virada. Vitória. Alívio!
Falta muita coisa ainda. Falhas de marcação e saída de bola ainda deixam a defesa vulnerável. Falta consistência no meio campo para roubar bola e armar o jogo. Mas o ataque vai bem. Temos um bom volume de jogo e um jogador que pode surpreender muitos que o acham velho (viu, Sr Gilvan?): Marques, o ídolo da Massa. Sábado tem mais. Pedreira em Nova Lima contra o Villa. Vamos ver no que dá.
Até a próxima!
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Notinha
Despertador

terça-feira, 29 de janeiro de 2008
Série Grandes Shows - Aerosmith
Um Show. Uma exibição. Um espetáculo. Uma demonstração de habilidades. Palavras que se confundem e se complementam. Palavras que se concretizaram nesta quinta-feira, dia 12 de abril de 2007, no estádio do Morumbi.
Tudo começou ainda em BH, em frente ao Palácio das Artes, de onde saiu a excursão rumo a São Paulo. Dentro do ônibus (dois andares, ar condicionado e tudo mais) 42 pessoas com um mesmo objetivo. Excetuando-se pequenos grupos, às vezes duplas apenas, eram 42 desconhecidos. A viagem foi tranqüila e chegamos em São Paulo pela manhã. Após o café um cochilo, pois o dia seria longo. A tarde livre foi aproveitada com um passeio ao sensacional Museu da Língua Portuguesa, na Estação da Luz. Por volta de 17:00 voltamos ao ônibus, rumo ao Morumbi. Um engarrafamento típico da megalópole paulista nos separava de nosso destino. Mas enfim chegamos. Demarcou-se o ponto de encontro da excursão e fomos para o estádio.
O movimento era intenso, o clima era de expectativa. Havia eletricidade no ar. Entramos. Lá dentro, um grande público já se aglomerava perto do palco. Fomos os poucos buscando nosso espaço. Algum tempo depois já estávamos em um bom local. Cerca de 30 metros do palco, em frente ao enorme telão que ficava à direita. Enquanto o show não começava, clássicos do Rock embalavam a multidão. Passaram-se algumas horas enquanto o palco era preparado.
Era grande a expectativa de ver no palco um dos maiores ícones da guitarra no mundo do Rock ‘n Roll. Slash é um ídolo para boa parte daquele público. A grande maioria já se empolgou em algum solo performático executado por ele em clássicos do Guns and Roses.
Quando o movimento dos roadies no palco cessou, todos acreditavam que seria o começo do show de abertura da noite. Mas o clima de São Paulo não podia ficar escondido. Ele mostrou sua principal face com um verdadeiro toró. Corre-corre no palco para cobrir instrumentos e amplificadores. Frustração entre o público. O show do Velvet Revolver atrasaria fazendo com que a grande atração da noite também entrasse mais tarde no palco. Mas a chuva passou e Slash e companhia subiram ao palco. Em um show que alternou bons e maus momentos, destaca-se o desempenho estrelar de Slash e as duas músicas do Guns (It´s so easy e Mr Brownstone) cantadas a plenos pulmões pelo público.
Agora a tensão tomava conta do ambiente. Em poucos minutos eles estariam no palco. Apagam-se as luzes do estádio. Acendem-se os telões. Neles, fotos de diversos momentos da banda se alternam em um ritmo frenético até que uma gigantesca bandeira do Brasil ilumina o público que começa a ouvir os primeiros acordes de “Love in an Elevator”. Começava o show do Aerosmith. Começavam 100 minutos de êxtase. Como não podia deixar de ser, Steven Tyler se apresenta com um figurino inusitado e com seu clássico microfone enfeitado. Joe Perry tira da guitarra tudo que ela pode dar e mais um pouco, além de dar seu show particular. O show segue com sucessos que fazem o público delirar e se emocionar. A balada “What it Takes” garantiu um dos momentos mais marcantes. A primeira estrofe e o refrão foram cantados à capela por Tyler e milhares de fãs extasiados. Foi inesquecível. Clássicos como “Dream On”, “Cryin” e “Living on The Edge” e novos sucessos como “Jaded” e “Falling in Love is Hard on The Knees” tiraram o público do chão. Para fechar, Joe Perry deu tom de apoteose ao solo final de “Draw the Line”, com direito a um salto cinematográfico sobre a bateria de Joe Kramer que, surpreso, levantou-se e usou as baquetas como palheta na guitarra de Perry. No BIS, a emblemática “Walk This Way” deu aos fãs o direito de descansar as pernas. A sensação final era de alegria generalizada. Foi um show que agradou aos diversos tipos de fãs. A performance está registrada para sempre na memória. Um sonho se realizou. Qual será o próximo? Dream on...
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
Um programa de índio em 7 atos.
Esta história foi dividida em 7 atos por este se tratar de um número místico, com significados diversos para culturas diversas. Para alguns dá sorte. Mas pode não ser bem assim.
1º ato - O despertar
Não é que eu seja de acordar muito tarde. Mas acordar às 7 da manhã em um domingo chuvoso não é nada fácil. Quando ouvi o começo de Garden Grove (leiam o post abaixo) não pude acreditar que já era hora de me levantar. Mas o motivo era nobre. Viajar até 7 Lagoas para ver a etsréia do Galo no ano do Centenário. Tomei um banho, vesti o Manto Sagrado alvinegro e fui tomar café. Muito café.
2º ato - Os encontros
O primeiro encontro foi lá em casa mesmo. Às 7:47 chegava o Gildásio, também trajando alvinegro e pronto para partir em nossa expedição. O terceiro aventureiro custou a se encontrar naquela manhã e, quando o fez, me mandou uma mensagem com 7 palavras: "Bebi demais ontem. Me busca na Bebel". Me encaminhei para o São Bento e às 8:17 o Manel já estava deitado no banco de trás do carro, continuando o sono interrompido.
3º ato - A estrada
Foi o mais tranquilo dos atos daquela manhã de domingo. 70 km de estrada boa, duplicada e com pouco movimento. O único problema era a chuva fina que não dava sossego. Sem pressa, com cuidado e atenção nos aproximamos do nosso destino em não mais que 70 minutos. Víamos o "estádio" logo à frente e o local de estacionamento pareceu perfeito.
4º ato - A caminhada
Ledo engano. A avenida que circunda a "arena" engana no cáclulo da distância. Uma subida em curva, de uns 700 metros era o que nos separava do objetivo. Caminhamos. Passos lentos, pois ainda faltavam cerca de 27 minutos para o começo da partida. Outros intrépidos torcedores vindouros de diversas cidades também caminhavam. A subida acaba, estamos muito próximos. Só há um "estacionamento" a atravessar. Mas não há asfalto ou cimento.
5º ato - A lama
Só há lama. Muita lama. Em alguns pontos, lama que cobria todo o tênis. Lama escorregadia e traiçoeira. Lama que me fazia imaginar como aquele "estádio" foi considerado o melhor dos estádios do interior de MG. Se for verdade, não quero ver os outros.
6º ato - A muvuca
Chamem de despreparo. Chamem de desrespeito ao torcedor. Chamem de paixão exagerada o fato de milhares de torcedores saírem de suas cidades para ver o primeiro jogo da temporada, às 10:00 da manhã, embaixo de chuva. Tudo isso ajuda a explicar o que aconteceu ali, na entrada do "estádio". Mas o que aconteceu mesmo ali foi uma irresponsabilidade sem tamanho. Venda de ingressos além da capacidade foi só um dos fatores que levou àquela aglomeração. Empurra-empurra, gente passando mal e o desenho claro de um desastre. Pela primeira vez na minha vida fiquei feliz por saber que o Galo acertou a trave e não o gol. Pois se o gol do Marques tivesse saído no primeiro tempo, sabe-se lá o que aconteceria do lado de fora. Poderia ser uma catástrofe. Passei por tudo. Entrei com 30 minutos do primeiro tempo. Me perdi do meu tio e do Manel. Achei um lugar para ver o jogo.
7º ato - A derrota
Consegui ver o final do primeiro tempo sem grandes sobressaltos. O Galo já havia feito uma substituição por contusão e o grande ídolo da torcida para o Centenário, Marques, estava em campo. O intervalo me proporcionou uma visão boa do campo. Conversei também com o Manel e o Gildásio e combinamos de nos encontrarmos no carro ao fim do jogo. Começa a segunda etapa. Jogo feio. Muitas faltas. O Galo, claramente sem ritmo de jogo, consgue criar uma ou outra chance contra a retranca do Democrata. Passa o tempo e o gol não sai. O do Galo não. Porque quase aos 37, o Democrata faz seu gol. Decepção. O time alvinegro não mostra forças para reagir. Acaba o jogo. Derrota. Voltamos pra casa abatidos e sujos. Mais sujos que abatidos, é verdade. Às 13:47, eu estava em casa. Exausto. Almocei e dormi o resto do dia. Hoje chega minha carteirinha da FUNAI. Adivinhem qual é o número de matrícula...
Despertador

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Bora pra Sete Lagoas ver o Galo??
Até!
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Série Grandes Shows - Pearl Jam
Sexta-feira, 02/12/05, por volta das 19:00 - São Paulo, em frente ao portão principal do Estádio do Pacaembu.
Como não podia deixar de ser, era um dia chuvoso em São Paulo. Era um dia no qual o apelido Terra da Garoa se justificava perfeitamente. Não caía uma chuva forte, dessas de transbordar Tietê, mas era como se houvesse milhões de gotículas paradas no ar que se chocavam com a gente quando batia um vento.
Na enorme praça que fica em frente ao estádio havia uma concentração considerável de pessoas. Muita gente vestindo camisas de bandas, muita gente vendendo camisas de bandas. Mas o principal comércio do dia era o de capas-de-chuva. Podíamos ouvir, lá dentro, o show de abertura com a banda Mudhoney. Após uma breve concentração do lado de fora para a turma que iria ao show acabar de se juntar, nos encaminhamos para o estádio. Que, aliás, é um belo estádio. Com uma arquitetura clássica e uma entrada imponente.
Lá dentro não estava tão cheio quanto eu havia imaginado. Mas também não estava vazio. No ponto onde paramos, ficou claro que acompanharíamos mesmo o show pelos telões. A atmosfera era boa. Apesar da chuva, não fazia muito frio. O que dava para sentir mesmo era a expectativa aumentando entre a platéia já presente. E com esta mistura de expectativa e empolgação pelo momento, uma parte da arquibancada começou a se mobilizar para iniciar a famosa "Ôla". E após algumas tentativas frustradas, enfim a idéia deu certo. De onde estávamos, na pista, a única maneira de participar da festa era com as palmas. E todos participaram, marcando com as palmas o ritmo da Ôla! E, justamente, neste momento de euforia no estádio soam os primeiros acordes tão agurdados por todos ali. Começava o show do Pearl Jam! Com três "porradas" não tão famosas, mas com muita pegada, a platéia entrou completamente no clima do show, deixando de lado as capas-de-chuva. Aos poucos foram aparecendo os grandes hits. O primeiro deles foi Even Flow. O riff inconfundível da introdução foi suficiente para fazer todo o estádio pular. O refrão foi cantado em uníssono. E o mesmo se repetiu nas clásicas Alive e Jeremy esta última sendo tocada já no apagar das luzes. Intercalado por algumas frases em português e vários goles de vinho de Eddie Vedder, o show foi empolgante do início ao fim. Explosão nas músicas mais pesadas e show de luzes de celulares e isqueiros nas baladas.
Reservo um parágrafo para falar de duas músicas em especial. Duas músicas que merecem destaque pelo espetáculo proporcionado em um show de grandes dimensões como o de sexta-feira. A primeira, que foi tocada bem no meio do show e é uma paixão mais recente é a baladinha Better Man. O show da platéia é conduzido nessa música pela própria banda, que inicia a música apenas a voz e guitarra. O resultado é impressionante. 30.000 vozes "Waiting... Watching the clock, it's 4 o`clock...". Sugiro que quem se interessar procure uma versão ao vivo desta música. É de arrepiar! A segunda é um clássico consagrado. Uma música que eu, particularmente, adoro há muito tempo. Black. O show já estava no segundo BIS e todo o estádio já podia sentir que aquele era o momento. Foi realmente inesquecível. Emocionante.
E acabado o show, as músicas ainda ecoando na cabeça, as pernas e os pés doendo um pouco, foi muito fácil ter certeza absoluta que valeu a pena. Aliás não sei se essa expressão se aplica. Valer a pena implica que algum sacrifício foi válido pela compensação final. Mas não teve sacrifício não. Foi simplesmente excelente!
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
Despertador

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Do baú
Portanto, a partir do dia 22/01, terça-feira vai ser dia da série Grandes Shows.
Até a próxima.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
Notinha
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
Despertador

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
Começa a temporada de futebol 2008
Claro que não é nada que Marcos, Leandro Almeida e o gringo Martínez não possam anular. É sério! Podem rir de mim, mas acho que o Galo pode fazer um bom papel este ano. É torcer para o Geninho dar padrão ao time, os gringos e outros novatos se encaixarem bem e os que ficaram do ano passado mostrarem a mesma vontade de ganhar dos últimos 10 jogos do Brasileirão 2007. Afinal, é o ano do Centenário e apoio das arquibancadas não vai faltar.
Então é isso. Que venha 2008 com seus campeonatos e copas. Estarei atento aos adversários e torcendo pelo Galo.
Até a próxima!
Eeestá valendo!
Até a próxima!!

