
segunda-feira, 28 de abril de 2008
domingo, 27 de abril de 2008
O dia que eu (quase) vi os Beatles.

O ingresso aqui ao lado foi o capacitor de fluxo que fez o Delorean disfarçado de Ford Focus viajar no tempo no último sábado, dia 26 de abril. A bordo, 4 aventureiros sem uma data certa como destino. O passeio era por uma época, uma era que mudou a história da música mundial. Passeamos pelo fervilhante período entre 1962 e 1970. Fomos a Liverpool, Londres e tantos outros locais. Fomos (quase) ver os Beatles.
Antes do show, não tínhamos a dimensão do que estávamos prestes a presenciar. Não sabíamos que estaríamos tão próximos dos 4 gênios ingleses que revolucionaram o mundo com seus versos e suas melodias. Até que soou o primeiro acorde. Como em um convite para que nos entregássemos àquele momento, John, Paul, George e Ringo nos pediam para que não os desapontássemos. "Don't Let me Down", diziam eles... E assim começavam duas horas de magia. Nos pediram para irmos junto com eles - "Come Together, right now". E fomos. Todos. Sem censuras. Cada canção era uma nova emoção. Falaram sobre o Sol, sobre ontem, sobre guitarras chorosas... Falaram sobre a garota que foi ao céu brincar com diamantes e sobre a banda do Sargento Pimenta. Falaram sobre o amor e sobre pessoas que sonham com a paz. Falaram com a alma e para a alma de todos que vevenciaram aquela viagem pelo tempo. E após zarparem em seu submarino amarelo, deixaram sorrisos e aplausos extasiados. Eu fui ao show dos argentinos The Beats. Mas não tenho dúvidas que sábado foi o dia que eu (quase) vi os Beatles.
Até a próxima!
sexta-feira, 25 de abril de 2008
O jogo nos Aflitos? Que aflição...
Não escrevi sobre o jogo contra o Náutico ontem porque ainda estava digerindo a derrota. O trocadilho infame com o nome do estádio dos pernambucanos é inevitável. No Estádio dos Aflitos, quem quase morreu de aflição fomos nós, atleticanos. Que coisa horrível foi aquele jogo! Não consigo conceber a idéia de um time com 3 volantes jogando ter tantos buracos no meio-campo. Não consigo engolir o fato de uma defesa, que há um mês era a melhor entre os times que disputarão a Série A desse ano, bater cabeça e dar tanto espaço aos adversários. A falta de equilíbrio do time do Galo neste ano me preocupa. Não consiguimos ver ainda uma sequência de bons jogos. E não conseguimos ter um time homogêneo: quando a defesa ia bem, o ataque ia mal e agora que o ataque melhorou, a defesa entrou em parafuso. Mas se a derrota foi terrível pela forma como o time jogou, não foi tão ruim pelo resultado em si. O gol do Danilinho no finalzinho nos deu a oportunidade de jogar no Mineirão por uma vitória simples. De positivo do jogo, ficou a estréia do Pet. Se não aguenta mais o ritmo durante 90 minutos, mostrou que é um craque de bola. Joga muito e pode nos ajudar demais na Copa do Brasil e no Brasileirão. Temos que melhorar e muito, mas o foco agora é outro...
Domingo tem o primeiro jogo da final... Clássico!! Meu ingresso (de Geral) tá na mão. Pra cima delas, Galo!!!
Até a próxima.
Domingo tem o primeiro jogo da final... Clássico!! Meu ingresso (de Geral) tá na mão. Pra cima delas, Galo!!!
Até a próxima.
terça-feira, 22 de abril de 2008
Que venha a final!!

Passamos pelo Tupi, como era esperado. Foi sofrido, como era esperado. O herói da classificação foi um garoto de 18 anos, como não se poderia esperar.
O jogo no Mineirão, no dia 13, teve um tempero dramático já que o Galo não conseguiu o resultado que todos esperávamos. Os erros grosseiros da arbitragem poderiam ter comprometido nossa classificação, mas a vitória veio. O 2 a 2 era terrível e a torcida apoiava como nunca, epserando o gol da vitória. A voz das arquibancadas pediu o garoto Renan Oliveira e Geninho atendeu. Sorte nossa. Em um cruzamento preciso de Danilinho, o novo xodó da massa se esticou e fez o gol da vitória. Se não dava tranquilidade absoluta, esse gol, pelo menos, nos permitiria jogar por um empate em Juiz de Fora.
E era o que parecia que iria acontecer no último domingo, dia 20. Não vi o jogo, pois estava relaxando nas cachoeiras de Carrancas. Mas pelo que li e ouvi o jogo foi complicado e sofrido até o fim, já que uma derrota nossa por um gol de diferença daria a classificação para o Tupi. O empate em 0 a 0 durava até os 46 minutos quando novamente Danilinho fez ótima jogada pela direita e rolou excelente bola para a entrada da pequena área. O que veio a seguir foi um lance de habilidade, inspiração e oportunismo. Uma letra espetacular deu ao Galo o gol da vitória e da classificação. O autor? Renan Oliveira, com apenas 18 anos de idade.
Que venha então a final! Contra o time azul do outro lado da lagoa... Clássico é clássico e final é final. Tudo pode acontecer. Mas algo me diz que vamos conseguir este caneco, que será o primeiro da era centenária do Galo. Pra cima deles, Galo! Estarei no Mineirão gritando e vibrando do início ao fim.
Hoje tem Copa do Brasil contra o Náutico. Jogo duro nos Aflitos. Amanhã farei um relato da estréia do Pet no Galo. Tô botando fé!
Até a próxima!
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Despertador

Rappa Mundi. Primeiro CD comercial (antes a banda havia lançado "O Rappa" de maneira independente) d'O Rappa e, na minha opinião, o melhor. Foi essa pérola dos anos 90 que me acordou essa semana. O álbum foi lançado em 1996 e rapidamente alcançou as paradas de sucesso com hits como "A Feira", "Hey Joe", "Pescador de Ilusões" e "Vapor Barato". Levada de reggae misturada com Rock e intervenções precisas de um DJ - que faz parte da banda - foi a receita inovadora que colocou O Rappa nos ouvidos de uma geração carente de guitarras distorcidas e cansada do pagode e axé que assolavam o cenário musical no Brasil. A banda acabou se firmando como uma das principais representantes do movimento Pop Rock que tomou conta das rádios e dos palcos na década de 90. Ao longo da carreira o som foi se modificando e as letras passaram a apresentar críticas sociais e políticas. Mesmo lançando boas músicas como "Minha Alma", "Me Deixa" e "Rodo Cotidiano", o grupo da baixada fluminense não conseguir reunir em um mesmo CD tantas canções boas quanto em Rappa Mundi. Além dos hits, valem ser destacadas "Ilê Ayê", "Uma Ajuda" e "Eu Não Sei Mentir Direito". A música que abre o disco é "A Feira" hit consagrado da banda e que me ajudou a acordar com ânimo para encarar os abacaxis nossos de cada dia!
Semana que vem tem mais despertador!
quinta-feira, 10 de abril de 2008
4 a1 pra melhorar o astral. E só!
Ontem o Galo fez o jogo de volta contra o Nacional - AM pela Copa do Brasil. Depois do terrível empate por 2 a 2 em Manaus, poderíamos até empatar por 0 a 0 ou 1 a 1. Fizemos 4 a 1. Com dois gols do Eduardo, um do Nicácio e um do promissor Renan Oliveira, foi um resultado que melhora o astral na Cidade do Galo. Mas não podemos tomar como base para a semi-final do Mineiro o jogo de ontem. O time manauara é muito fraco e se desestruturou totalmente após levar o primeiro gol, aos 11 minutos de jogo. De maneira inteligente, o Galo pressionou e fez o resultado ainda no primeiro tempo, fazendo 3 a 0 aos 32 minutos. No segundo tempo, o time apenas administrou, fazendo mais um gol, sem muitas dificuldades, e levando um gol bobo resultado de uma certa sonolência da defesa que não foi acionada durante quase todo o jogo. Agora são as oitavas de final e o adversário é o Náutico. Serão dois jogos complicados, principalmente o jogo nos Aflitos. Mas antes disso temos a primeira partida da semi-final do Mineiro, contra o Tupi, em casa. O negócio é partir pra cima e reverter a vantagem do time de Juiz de Fora. Estarei no Mineirão fazendo a minha parte!
Até a próxima!
Até a próxima!
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