
Há quem diga que o Axl Rose já era... Há quem diga que o Guns atual é meramente uma banda cover do fenômeno que sacudiu o mundo no final dos anos 80 e começo dos 90... É... Há quem diga...
Não foi bem isso que vi ontem à noite. Tudo bem que não é aquele Axl Rose frenético do começo dos anos 90. Mas, também, pudera... Desde o fim do que pode ser considerada a primeira fase da banda já se passaram quase 15 anos. O garotão de trinta e poucos deu lugar a um senhor de quarenta e muitos. Os figurinos mudaram, os movimentos ficaram um pouco mais enferrujados (e pesados), mas a energia continua lá. O que se percebe é um típico “band leader”, no melhor estilo rock ‘n roll, dando sangue e (muito) suor em cima do palco.
Claro que as músicas mais novas, do Chinese Democracy, não têm o apelo dos grandes hits. Mas, nem assim os caras deixam o ritmo cair. Afinal de contas, quando se emenda, no começo do show, uma sequência com Welcome to the Jungle, It’s so Easy e Mr. Brownstone, não há como desanimar. Os clássicos vão aparecendo aos poucos e, em cada um deles, uma explosão (algumas vezes no sentido literal) acontece. Público cantando junto, pulando e se divertindo. Axl mandando ver nos agudos e sua patota de músicos desconhecidos e extremamente competentes fazendo bonito nos solos e melodias contagiantes.
Quer mais o que, ô, cara-pálida?! Se isso não é uma banda de rock dando um show, em todos os sentidos da palavra, não sei mais o que pode ser. Os que criticam de maneira mais feroz são aqueles que não entendem como o tempo pode mudar as coisas e ainda não aprenderam com o próprio Axl quando ele diz que “nothing lasts forever... Even cold november rain.”.
Não foi bem isso que vi ontem à noite. Tudo bem que não é aquele Axl Rose frenético do começo dos anos 90. Mas, também, pudera... Desde o fim do que pode ser considerada a primeira fase da banda já se passaram quase 15 anos. O garotão de trinta e poucos deu lugar a um senhor de quarenta e muitos. Os figurinos mudaram, os movimentos ficaram um pouco mais enferrujados (e pesados), mas a energia continua lá. O que se percebe é um típico “band leader”, no melhor estilo rock ‘n roll, dando sangue e (muito) suor em cima do palco.
Claro que as músicas mais novas, do Chinese Democracy, não têm o apelo dos grandes hits. Mas, nem assim os caras deixam o ritmo cair. Afinal de contas, quando se emenda, no começo do show, uma sequência com Welcome to the Jungle, It’s so Easy e Mr. Brownstone, não há como desanimar. Os clássicos vão aparecendo aos poucos e, em cada um deles, uma explosão (algumas vezes no sentido literal) acontece. Público cantando junto, pulando e se divertindo. Axl mandando ver nos agudos e sua patota de músicos desconhecidos e extremamente competentes fazendo bonito nos solos e melodias contagiantes.
Quer mais o que, ô, cara-pálida?! Se isso não é uma banda de rock dando um show, em todos os sentidos da palavra, não sei mais o que pode ser. Os que criticam de maneira mais feroz são aqueles que não entendem como o tempo pode mudar as coisas e ainda não aprenderam com o próprio Axl quando ele diz que “nothing lasts forever... Even cold november rain.”.
