segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

1 a 0 foi goleada!

Se no jogo contra o Social o Galo chutou 43 vezes e não fez um golzinho sequer, sábado, contra o Uberaba, só precisamos de umas 3 chances pra fazer um e ganhar o jogo. Falando assim parece que foi fácil. Mas não foi. O time jogou muito mal, sem padrão nenhum de jogo e com alguns jogadores - caso do Renan ontem - perdidos em campo. Ainda assim mandamos uma bola na trave e obrigamos o goleiro do Uberaba a fazer duas boas defesas em falta cobrada pelo Renan e chute do Danilinho já no final do jogo. Além da clara falta de estrutura tática, me preocupa, nesse começo de temporada, o exceso de expulsões; já foram 4 em 5 jogos. Ontem foram duas. Marcos (em uma falta besta) e Marinho (em uma discussão besta) levaram o vermelho e desfalcam o Galo contra o Ituiutaba no próximo domingo. Rafael Miranda, salvador da pátria ontem com seu golzinho oportunista, também está fora do próximo jogo por ter levado o 3º amarelo.
A esteréia do Nicácio no ataque não convenceu. Mas acho que ele merece mais chances. Marques ontem também não rendeu, apesar de ter sido fundamental no lance do gol. Coelho voltou e, apesar dos pesares, é o melhor lateral do elenco; tem que jogar. Thiago Feltri também voltou a atuar e mostrou em pouco tempo que será novamente titular. O gringo Viana é muito fraco.
No geral, valeram demais os 3 pontos. A vitória por 1 a 0 pode ser considerada goleada pelo futebol pobre jogado. Tem que melhorar muito. E rápido. Quarta tem a estréia na Copa do Brasil. Vamos jogar contra o Palmas, de Tocantins. Tem que ganhar! De preferência com dois gols de vantagem. Mas vamos esperar...
Até a próxima!

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Quem não faz, leva.

Esse é um chavão clássico do meio futebolístico. E nunca fez tanto sentido ou foi tão cruel para uma torcida quanto ontem no Mineirão.
Tudo bem que faltou competência na maior parte das chances de gol perdidas pelo Galo. Mas foram mais de 40 chutes. Isso mesmo, mais de 40 chutes a gol. É muita coisa. Não dá pra culpar só os atacantes. O goleiro do Social estava inspirado e, quando a bola passou por ele, foi interceptada na risca do gol por um zagueiro e carimbou a trave em outra oportunidade. Mas quem não faz, leva. Principalmente quem tem um goleiro ruim como é o Edson. Porque ele é isso mesmo. Um goleiro ruim. Já mostrou um extenso repertório de erros. Desde bolas rebatidas para o meio da área até uma falha terrível de posicionamento como aconteceu no jogo de ontem.
O volume de jogo do Galo foi impressionante. Muitas vezes na base da vontade e da correria, mas em algumas vezes chegamos com jogadas interessantes e inteligentes, de toque de bola e movimentação. Os erros na hora de balançar as redes foram cruciais. Vamos treinar, cambada de atacantes! Vamos chutar e cabecear duzentas bolas em gol por treino!
Mais uma vez, o destaque positivo do jogo ontem foi a torcida. Em um jogo sem grandes atrativos, sob um sol de rachar e com transmissão por TV aberta, mais de 23.000 pessoas (me incluo entre elas) estiveram no Mineirão. E a torcida fez sua parte. Apoiamos e cantamos sem parar. No final os protestos vieram. Normal. Protestos contra Ziza, Geninho, Marinho, Vanderlei, Éder, etc... No "Seu Nome, Seu Bairro", teve um que botou a culpa até no Bilu!! Coitado.
Vamos ver se invertemos o chavão no próximo jogo. Fazer gols e não levar. Até a próxima!

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

A primeira vitória é sempre bem vinda.

Já se foram 5 dias desde o jogo do Galo contra o Democrata-GV, mas o Carnaval me impediu de escrever antes. Foi bom ver o Galo voltar a vencer. Foi bom ver que, em pleno sábado de Carnaval, quase 17.000 pessoas foram ao Mineirão. Mas, acima de tudo, foi bom ver o Marques jogar bola. Estava com saudade das jogadas precisas e decisivas do ídolo da Massa.
O Galo começou indo pra cima e criando oportunidades. Logo no começo, a primeira mostra que Marques está mesmo de volta. Drible seco no zagueiro e pênalti. A expectativa era sair na frente para evitar surpresas como a de Sete Lagoas. Mas a sina de pênaltis perdidos parece não ter acabado. Marinho bateu mal e o goleiro pegou firme. O Galo não se abateu e voltou ao ataque, criando chances como a bola na trave de Nêgo e empolgando a torcida. Mas o gol não saiu e, já no fim do primeiro tempo, veio o castigo. Gol da Pantera em uma bola rebatida para a entrada da área.
No segundo tempo, o Atlético voltou com um bom volume de jogo, mas com a mesma ineficácia do primeiro tempo (e do primeiro jogo). A torcida começava a ficar apreensiva quando Geninho fez uma substituição feliz. Colocou Renan no lugar de Nêgo, empurrando Márcio Araújo para a lateral direita. No seu segundo lance, Renan empatou o jogo. Após um corta-luz magistral de Marques, dominou na entrada da área e encheu o pé. A vitória acabou sendo decidida por mais um jogador vindo do banco. Vanderlei substituiu Marinho que saiu machucado e entendeu porque Marques é famoso pela capacidade de fazer artilheiros. Em sua jogada característica pela esquerda, o Xodó da Massa colocou a bola na cabeça do centro-avante, que só desviou para o gol. Virada. Vitória. Alívio!
Falta muita coisa ainda. Falhas de marcação e saída de bola ainda deixam a defesa vulnerável. Falta consistência no meio campo para roubar bola e armar o jogo. Mas o ataque vai bem. Temos um bom volume de jogo e um jogador que pode surpreender muitos que o acham velho (viu, Sr Gilvan?): Marques, o ídolo da Massa. Sábado tem mais. Pedreira em Nova Lima contra o Villa. Vamos ver no que dá.
Até a próxima!

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Notinha

Hoje é o Dia do Publicitário!! Parabéns pra mim e pra todos os colegas de profissão (ou formação, pelo menos) que passarem por aqui!!

Despertador


Falar sobre clássicos é sempre difícil. Mas vou me arriscar a falar deste, que me acordou esta semana. Sgt Pepper's Lonely Hearts Club Band. Um nome grande para um grande disco. Para muitos, o maior. Lançado em junho de 1967, Sgt Peppers foi um marco fundamental na carreira dos garotos de Liverpool. No final de 1966 eles haviam abandonado a estrada, deixando para trás os shows lotados de fãs histéricas que abafavam, com seus gritos, a música da banda. Cansados, entraram para o estúdio em dezembro do mesmo ano. O resultado foi um set de músicas com influências indianas, lisérgicas e de diversas outras fontes que se tornaram inspiração para músicos do mundo todo até hoje. Fica complicado destacar uma ou outra canção em um disco que foi feito para ser escutado do começo ao fim. De preferência sem interrupções. Se possível, sendo repetido após o final da última faixa. É assim que eu gosto de ouvir Sgt Peppers. Faço então o destaque para a música introdutória do álbum já que ele me acordou com seu riff poderoso. Homônima ao disco, Sgt Peppers é, na verdade, uma apresentação do que vem pela frente. É o começo do show. Um show que não vai acabar nunca. É só apertar play novamente.
Semana que vem não tem Despertador, pois estarei em ritmo de Carnaval e não quero falar sobre o disco da Ivete ou do Babado Novo. Na outra semana tudo volta ao normal.